quarta-feira, 21 de julho de 2010

Dungeon Tiles



Hoje chegarm uns Sets de "Dungeon Tiles", peças de tabuleiro para montar dungeons e cenários para batalhas de D&D. É a onda do momento! Eu comprei uma meia dúzia de sets, e dá pra fezr um monte de combinações com eles! Os combates são bem detalhados e estratégicos, levando em consideração o terreno, elevação e cobertura dos PCs e monstrengos. Claro, precisa ter um bocado de miniaturas para se usar esse módulo, eu pensei em fazer a coisa usando desenhos, (ainda não abandonei a idéia, principalmente para jogo Online) mas sucumbí a tentação das minis, elas são simplesmente legais demais pra não ter! hahaah, já comprei mais de 100... hahaha... Além dos Tiles, existem uns "Game Mats" que são uns mapas grossões lisos e quadriculados, onde o DM desenha com um canetão para representar os elementos de cena, bem prático para situações improvisadas. Conhecí os Game Mats da Paizo, que publica o "PATHFINDER" (considerado herdeiro espiritual do D&Dzão) na RPGCon.



As miniaturas vem em Booster bem legais como os da foto, mas tbm compro bastante peças individuais, eu tenho algumas de metal novas, além das minhas velharias de chumbo que tenho desde os tempos de Itiban, mas a maioria das atuais é pré pintada e de plástico, muito conveniente pois não quebram ou amassam facilmente como as de metal, que exigem um puta cuidado. é legal que as peças vem com um card para referência rápido, ou seja, para um combate não precisa anotar numa fgolha as Stats do montsro e nem deixar o MM aberto na mesa, basta puxar o card específico e bang tá lá tudo que o DM precisa para a ação de combate.




O uso de miniaturas em cima de matriz de combate foi a primeira idéia do D&D desenvolvida pelo Gary Gigax, a idéia era um jogo de combate estratégico onde cada miniatura representasse um personagem e todas tinham características individuais, como AC, HP, atk e dano, e ao adquirir experiência (XP), eles evoluiriam esses atributos. Quando ele se juntou ao Dave Arneson surgiram as ideías que trasformaram o jogo no que conhecemos por Role Playng Game. no início do D&Dzão 1ed, o uso de miniaturas era atrelado á visualização da ordem que os personagens ocupavam dentro de um corredor num Dungeon por Exemplo (pra saber que ia cair numa armadilha) e para definir a ordem que mosntros atacariam. NO AD&D e com os surgimentos dos Campaign Settings o jogo se expandiu muito e saiu dos Dungeons para ocupar espaços mais amplos, e as minis deixaram de ser tão importantes. Porém era admitido que o sistem de combate não era nada preciso e dependia muita da narrativa de DM, mesmo assim existe um velho suplemento do AD&D 1ed que lida com o assunto. As aventuras publicadas em todas as campanhas, apesar de não exigirem necessariamente as miniaturas sempre foram recheadas de mapas de Dungeons. Claro, pelo fato de o Dungeon ser um lugar fechado, deixa a ação e as possibilidades de narrativa contidas dentro de um universo mais controlável pelo DM do que uma ação que engloba "todos os lugares". Havenloft foi o campeão do uso de Dungeons e mapas, quase que toda a aventura acontecia "indoors" . No final da 2a ed. já com os livros "Players e DM Options" se introduz novamente o uso de minis para representar o combate, eles pavimentaram o caminho para a 3e, onde isso já faz parte do PHB, e a 4e, foi ainda mais longe adaptando praticamente tudo ao uso de miniaturas, as vezes acho que foi longe até demais, ignorando algumas regras que eram muito boas e simplificando demais algumas outras.

Mas, independente da edição ou sistem usado, o bom das minis é que vc pode usar elas em qqr sistema. Pode ser Gurps, pode ser D&Dzão basicão primeira edição, D&D 4e ou AD&D as miniaturas são compatíveis com qqr sistema e são uma forma precisa de representar situações complicadas de combate. Claro que o apelo visual é grande a acho que isso é um puta chamariz para crianças e adolescentes que estão aderindo ao hobbie, sem dúvida. E eu não podia ficar de fora dessa hahahahaha.... Mas comparando com os velhos rascunhos em folhas de caderno, os dungeons tiles parecem muito mais maneiros, sem sombra de dúvida!



Olhem o Arthurzinho nas fotos... ele estava super animado com as minis, e até agora ele pensa que RPG é um jogo de miniaturas... nós (Eu o Gugu e os amigos dele) jogamos algumas partidas com minis em peças de tabuleiro impressas no computador, (antes de chegarem esse Tiles) e o Arthurzinho fica que nem um mascote em volta interessadíssimo em tudo... É muito divertido ver ele pulando e quase dentro do jogo durante as cenas de combate mais intensas... hahahaha.... Enfim... estão aí algumas fotos pra vocês curtirem!

Abraços!









sexta-feira, 16 de julho de 2010

Panteão Garganta


Hellanos
Deus da Luz, Deus Sol, é o Patriarca entre os Deuses. É o representante da bondade existente entre os homens, portador da luz, combatente das trevas. É o deus mais venerado entre os humanos. Seu símbolo é um sol cortado pela metade. Os seguidores de Hellanos costumam saudar com a mão estendida fazendo um gesto simbolizando o Sol. As cerimônias religiosas dessa divindade são sempre viradas para a posição do Sol preferencialmente de manhã. Costuma-se reverenciar o surgimento do Sol no amanhecer, o Olho de Hellanos que por todos zela.
Toriallin
Deus da Guerra, Os sinais de Toriallin são o Trovão e a ventania. Os guerreiros costumam fazer suas preces a este deus para que lhes conceda vitória em batalha. Para os seguidores de Toriallin, a vitória em batalha significa dignidade e prosperidade. O pensamento de que o mundo deve ser governado pelos mais fortes ou mais hábeis é comum entre seus seguidores.
Aliadannan
A mão suave, Deusa da Magia, patrona dos Astros e planetas. Seu símbolo é uma mão aberta com uma Estrela. Seus seguidores costumam se dedicar á astrologia e magia. Acreditam que a magia arcana provém da manipulação das energias do cosmos, que emana de Aliddanan. Seus sacerdotes mais altos vestem o vermelho e tem uma estrela tatuada na mão direita.
Hefízines
Deus da Morte e dos mortos. O guardião dos portões do mundo inferior. Hefízzines aprisiona no Monte dos Mortos, as almas das criaturas mortas que não foram escolhidas para habitar o Apogeu. Hefízines é adorado por necromantes, muitos dos seus seguidores o fazem parat tentar burlar a morte e controlar mortos vivos.
Shaades
A Folha Suave, Deusa de natureza. Rege os campos e florestas, os animais silvestres e criaturas feéricas. É irmã de Aliadannan,enquanto uma rege o céu, esta rege a terra e seus frutos. Deusa mais venerada entre o Elfos, é também conhecida como Lólindir. Acredita-se que na Agrestia das Fadas a influência de Shaades seja mais forte do que qualquer outro deus.
Zhariallin
Irmão de Toriallin, é o deus das Trevas. Caracterizado como um demônio com um crânio negro e um único chifre, Zhariallin representa o poder, a corrupção e a escravidão. Seus seguidores são cultístas fanáticos. É comum o sacrifício de seres mortais como forma de reverência a este deus.
Esódiros
Deus da Cura, simbolizado por uma serpente branca, Esódiros é um deus bondoso. É um dos mais populares entre os humanos, seus clérigos costumam levar a cura, assim como saneamento e limpeza para todas as comunidades por onde passam.
Thendalisên
Deus da Pestilência é a contraparte de Esódiros. É o Senhor das injúria e das doenças contagiosas, dos membros decepados, da cegueira e da surdez. Seus clérigos tem prazer em ver suas vítimas definharem aos poucos e cotumam deixar corpos apodrecidos em seus temploscomo sinal de adoração ao Thendalisên.
Shantra
Deusa do Mar, abençoa e protege as criaturas do mar, assim como os navegantes. É comum encontrar templos de Shantra em todas as cidades litorânea, e é uma tradição os a céu aberto templos terem alguma conexão com a água do mar, usada em rituais de bênção.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Talis e Coroa

O Principado de Talis e Coroa, é o maior centro Comercial do mundo. É o grande porto onde se encontra todos os tipos de piratas e mercenários, qualquer raça e toda espécie de mercadoria, Todas as culturas se mesclam ali, e a presença de humanóides é a maior entre os reinos civilizados. Um dos bairros da cidade é conhecido como “Gnolltown”. Talis é uma cidade estado extremamente rica, lar de poderosos feiticeiros e marajás riquíssimos. É também um dos maiores antros de corrupção do mundo e lar de aventureiros em busca de tesouros. A maior parte da cidade foi tomada de água a mais de 200 anos. Navega-se com barcos e gôndolas em boa parte da cidade (como Veneza) coberta de torres pontes e palácios que se acumulam a níveis cada vez mais elevados. É uma antiga colônia fundada por navegantes vindos de Porto Aliança do Reino de Rhuriadt, devido á sua localização geográfica estratégica na época da expansão comercial. Por anos Bravaira Guerreou com Rhuriandt para tomar conta desse território. Após anos de Guerra, entre ambos os países, Talis acaba se declarando independente num golpe político, e torna-se uma cidade Estado menor, porém mais rica e influente do que Rhúriandt ou Bravaira. Talis possui um grande exército naval e em terra, que protege os comerciantes que trazem riquezas de todos os reinos, no sul e no Norte. Coroa é a porção do continente onde fica a palácio real.
Frollo
É a ilha prisão de Talis. Ela abriga uma impenetrável prisão, guardada gigantescos Golems. Famosa por aprisionar alguns dos mais poderosos e temidos mal feitores, a prisão é controlada pelo Clâ Arcano da Mão Vermelha.

Ibsil
É uma pequena Ilha, entreposto de abastecimento e um porto menor pertencente à Talis. A maior parte do território é tomada por vegetação densa, e é refúgio de alguns nobres de Talis. Entre eles o rico Arqui-mago Juliatt.


A Party é composta de Nayaha uma ladina, o clérigo Turgon e Rowdy o Minotauro guerreiro. Ela segue sozinha vinda de Talis, navegando para o Sul atrás de um tesouro que ela perdeu a muito tempo. Turgon vem seguindo para o Sul por terra junto com seu companheiro Rowdy rumando para Esperança numa missão da Ordem Branca. Os aventureiros vão se encontrar no meio do caminho, na aldeia de NewKeep, que é onde começa a aventura.