sexta-feira, 13 de agosto de 2010

GARGANTA 4E - Aventura - Fuga do Santuário Malditos do Bulliwugs!

Essa foi a última seção mestrada por mim na minha Party 4ª edição, o jogo rolou no Sábado, com o Augusto como Targrum o Dwarf guerreiro porradeiro, e Pedro como Aglon, o Meio Elfo Ranger Arqueiro (o Legolas da Party, hahah). O Vinícius joga com Lodorno, o Halfling ladrão (capturado e pronto para servir de sacrifício!) Eu jogo com o Crummorn Escamavelha, um Dragonborn Clérigo, que fica como meu NPC enquanto estou de DM, e nas seções futuras quando eu for player de novo volto a assumir ele. O Arthurzinho fica de Mascote café com leite, a gente sempre coloca uns monstros pra ele rolar o dado e matar, ele se diverte pacas! Contrastando com a minha party Garganta Online, ( com o pessoal veteranasso, estilão old school que as vezes nem rola dado na seção inteira) a seção foi porradeira total! essa semana estreamos os Dungeon Tiles que acabaram de chegar e resolvi montar um combate épico logo de cara para botar a prova o sistema de miniaturas e matriz de combate da 4ed.

A aventura foi cheia de combates, e foi altamente estratégica, com os personagens começando capturados, Logo no começo da seção, tiveram que usar da astúcia e criatividade para se livrarem das amarras e saírem da prisão. No meio da coisa tiveram que recuperar os seus itens perdidos e Salvar um dos membros do Grupo que seria sacrificado. Destaque para a cena de Aglon mergulhando no fundo do pântano para recuperar a espada lendária pertencente á família de Targrum. Por pouco essa relíquia não
fica no fundo do brejo. Targum ficou devendo uma ao amigo Meio-Elfo!

A sala da prisão, depois que os heróis se se livraram dos guardas
Para salvar o companheiro os personagens tentaram contornar a ilha onde ele seria sacrificado, e tentar improvisar algo chegando por trás do Shaman dos Bulliwugs, (Mud Lord). Toda a tribo se reunia de frente ao Santuário, tambores tocando, a coisa estava quente! Não havia muito tempo a perder. Antes de conseguirem chegar ao Mud Lord, a guarda dos Bulliwugs descobre os PCs. O pau come solto, o grupo precisa dar conta de um contingente alto de guardas que chegam em levas a todo momento, além das perigosas plantas carnívoras que impedem que eles subam as escadas, e os Sapos gigantes, animais de estimação do Mud Lord.

O combate foi intenso e a estratégia se tornou bem interessante com o uso dos Dungeon Tiles. Havia 3 níveis de terreno, além de arbustos do pântano e a parte com água. Sendo que o terreno mais alto era a parte de cima do santuário onde estava o Mud lord, e era a parte mais bem protegida. Os personagens enfrentavam uma milícia no solo (soldiers) enquanto levavam uma chuva de azagaias dos artilheiros que estava segundo e terceiro níveis do templo. Duas plantas carnívoras gigantes, eram uma espécie de proteção aos artilheiros e ao Mud Lord principalmente. Destaque para o dano Épico do Targrum, que angariou 85 damage em um round com o direito a Action Point e Critical hit com Double Damage (adotamos essa House Rule que já vem desde o AD&Dzinho, por que Critical é Critical véio!). O Crumornn acertou pela primeira vez o Dailly Power dele, fritando os artilheiros que estavam no alto. Depois de rapar tudo que tinha no “ground level” os PCs foram subindo em direção ao alto do Templo, pra pegar o Mud Lord, mas tiverm uma parada indigesta com os “Sapinhos” dele que engoliram o Targrum duas vezes, mas nada que abalasse o espírito de Dwarf dele. Também foi muito épica a cena do Aglon escalando a parede do Templo e atacando os sapos com o Arco e Flecha lá do Alto, enquanto os outros PCs atacavam por baixo encurralando os bichos. No fim os personagens pegaram o Mud Lord que fugira por um alçapão, (clássica fuga de vilão!) com um belo Critical com o Arco de Aglon. Depois a clássica partilha de tesouro e a briga dos jogadores para ver “quem pega o que” (hahahaha... quem nunca passou por isso, heim? Até me lembro os tempo de D&Dzinho caixa preta.... hahahah).

Mapa da ilha, com o templo tendo dois níveis e mais o nível do solo. a área fora do mapa era alagadiço
Minha avaliação dos Dungeon Tiles não poderia ser melhor. Eles proporcionam um nível de detalhe nos combate que é muito satisfatório, e a ação é muito mais bem descrita. Acho que principalmente ele proporciona “controle” á uma situação de combate com tantos elementos. Ao contrário do que eu temia, foi bastante rápido e teve sempre muito espaço para a interpretação e diálogos no meio da porradaria, fluiu muito bem mesmo. A duração longa foi mais devido ao volume gigantesco do combate, com muitos monstros. Também gostei muito da mecânica de monstros da 4E, atribuindo estratégias e funções específicas pros bichos no combate. Funciona perfeitamente com o sistema de miniaturas.

Enfim, reunimos os elementos mais clássicos do bom e velho D&D com ênfase nos Dungeons, Monstros e Tesouros, para uma aventura que se resume em três palavras “Fun, Fun, Fun”.

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