quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fogo em Elethier - Parte 1

Aqui está a resenha da primeira aventura, está bem detalhada, e dividida em 3 capítulos, que são apenas divisões lógicas na linha narrativa, tudo isso se resuma á primeira seção de jogo. Com relação ao post anterior a a questão da Floresta do Esuecimento, apenas postei o que eu já tinha escrito na época, mas pretendo revisar amplamente o texto, principalmente encaixando a coisa da "agrestia das Fadas" que é o plano feérico onde Elethier se encontra. Estoeu estudano o assunto no manual de planos, e pretendo incorporar muita coisa nova que lí, então esperem por algumas mudanças... para melhor, claro!

Capítulo 1
O começo de tudo
Azamur chega no porto após completar uma longa viagem vindo de Rhuriandt, fugindo dos algozes de seu mestre. Gastaram quase todo o dinheiro no caminho. Seu objetivo é colocar seu mestre num navio para que volte para sua terra em segurança. Precisou vender suas duas espadas longas, empenhar todo o pouco ouro que tinha e ainda ficar em débito com Mazdek. Um dos chefes da guarda da cidade.

Ele volta para a cidade de carona com o carroceiro local, sem nenhum dinheiro, e em débito das vinte peças de ouro para Mazdek. Que propõe a ele o pagamento da dívida atraves de um serviço. Sem ter como conseguir o dinheiro, Azamur aceita a proposta. Mazdek se encontrará com ele mais tarde para explicar os detalhes, numa das tavernas locais, a Águia Cinzenta.

***

Turgon chega ás bordas de Esperança, vindo da floresta do Esquecimento, carregando consigo um grupo com doze elfos refugiados, entre eles mulheres e crianças. Fugidos da Floresta do Esquecimento (Elethier Woodenill) Invadida por Hobgoblins. Ele coloca esses elfos escondidos nas bordas da cidade, ao lado leste, em alguns rochedos. Pretendendo investigar a cidade a fim de encontrar um bom lugar para relocar tais elfos.

Ele havia sido encarregado por Precisto de relocar esse elfos em segurança, assim como entregar uma carta a Iago, filho de Alahe Liebersimm. Se possível voltar para buscar mais elfos, assim como procurar possíveis guerreiros para ajudar na causa.

Turgon entra na cidade pelo portão sul, mesma rota que passa pelo porto, para não despertar atenção. Pegando carona com o carroceiro, que carrega Azamur. Ambos descem no centro da cidade, em frente á taverna Águia Cinzenta.

***

Iago acorda desorientado, no meio de mato em algumas colinas que ele aparentemente não conhece. Sua cabeça esta dolorida e sangrando proveniente de um provável golpe na nuca. Iago sofre de amnésia e não tem idéia do como foi parar alí. Usando de sua perspicácia, descobre que logo perto há um homem caído, inconsciente. Depois de amarrá-lo colhe com as botas um pouco de água do riacho próximo e acorda o homem. Este, usando vestes da guarda vermelha, confessa que havia juntamente com outros soldados transportado Iago como prisioneiro, e que o levavam a uma pedreira para trabalhos forçados. Segundo o guarda, ele havia cometido roubo nas fortificações da cidade, e teria sido capturado. No meio do caminho, conseguiu se soltar, e saltar da carroça junto com o guarda, após dura luta, ambos caíram inconscientes. Iago aceitou a versão. Após tirar-lhe a única arma, libertou o soldado, que saiu correndo em direção da cidade.

Pouco tempo depois, Iago ouve o som de humanóides nas imediações. O soldado volta correndo e aos gritos em direção a Iago. Este está escondido atrás de moitas, a vê a poucos metros de si o soldado ser atingido por 3 azagaias, arremessadas por Hobgoblins a longa distância. Logo, os humanóides carregam o pobre homem e disputam entre si as peças de sua armadura. Ao longe Iago avista uma horda com dezenas de Hobgoblins em formação militar marchando de Oeste para Leste, auxiliados por muitos goblins que puxam 2 aríetes e um mangonel.

Iago ruma para a cidade.

Capítulo 2
Preparando a emboscada

Assim que chegam no centro da cidade Azamur e Turgon estão de frente para a Taverna Aguia Cinzenta. Ambos não se conhecem estão reconhecendo a área.

Turgon observa com atenção as pessoas na região. [Promete ao carroceiro uma peça de ouro por informações sobre alguém que conheça a palavra de "Lolindir" na cidade.]

Azamur caminha até uma carroça que vende armas e armaduras e vende seus braceletes, por umas poucas peças de outro. Logo em seguida é extorquido por um guarda que diz que ele não tinha permissão para vender nada na praça, e tira-lhe o ouro que havia ganho. Azamur não reage procurando evitar confusão. Turgon vendo a injustiça, discretamente lança um feitiço sobre o guarda, fazendo ele devolver o dinheiro e retirar-se. Azamur não entende muito bem como aquilo ocorrera, mas convida Turgon para sentar-se á mesa.

Conversam, como os dois são novos por ali acabam saindo juntos. Turgon não revela seus planos.

Os dois saem em exploração á cidade. Visitam o ferreiro. Azamur tenta comprar uns braceletes, mas não tem dinheiro o bastante. Turgon observa a fortificação central, e vê que há muitos guardas. Eles são abordados por um guarda que diz a Azamur que Mazdek o aguarda na Águia cinzenta.

Os dois se separam, sem saber se vão se cruzar novamente. Enquanto Azamur segue para lá Turgon fica reconhecendo a cidade.
***

Iago chega á cidade e pula o pequeno muro com facilidade. Alguns guardas o observam e o perseguem, mas ele logo se mescla ás pessoas na cidade. Um pouco depois ruma ao centro e vai á taverna “Dois Arcos”, uma das duas grandes tavernas da cidade.

Na manhã seguinte, Iago vai á taverna Dois Arcos. Percebe que há um guarda ali. e como havia sido preso, mesmo sem se lembrar de seu crime, resolve agir furtivamente. Pulando a janela, se disfarça entre os cavalos.

Entra novamente, e passa despercebidamente.

Conversa com Degunda a taverneira, e se identifica, perguntando a localização de Athaiel, seu tio. Entre a refeição e alguns truques e brincadeiras os dois trocam gentilezas e ela informa a localização da morada de seu tio. Um guarda que estava na taverna, reconhece Yago pelos seus truques, sem que este se dê conta.

***

Taverna Águia cinzenta. Mazdek aguarda numa mesa num canto escuro comendo um volumoso prato. Azamur junta-se a ele.

Mazdek explica o fato de que precisa de um pequeno serviço, que um amigo de um amigo dele que é de fora da cidade lhe pediu. Mas precisa ser uma coisa "extra oficial" algo que fique longe do uniforme da guarda vermelha e seus membros. Precisa ser feita por alguém de fora. Mazdek pede que Azamur capture, sem matar Iago, descrito como um ladrão comum, que deve algo a um amigo seu. Mazdek dá a localização de Iago segundo o que o informante lhe passou, e pede que execute o serviço imediatamente.

Mazdek se retira devolvendo-lhe as espadas e dizendo que os guardas lhe fornecerão um cavalo na saída da cidade.

***

Nos aredores da cidade, Turgon se aproxima de uma pequena propriedade rural. Conversa com o filho do Vilão local, arrendatário da terra. Fala sobre Shaades, e descobre que os agricultores são simpatizantes da religião. Consegue marcar uma reunião com o Mestre Vilão, ao jantar, naquele mesmo local, para conversar sobre Shaades.

Após passar pelo mercado e comprar suprimentos, dirige-se para fora da cidade, levando alimentos para os elfos que deixara escondidos nos rochedos, nos arredores da cidade.

Capítulo 3
Caminhos se cruzam
Iago segue pela estrada abandonada que sai pelo portão leste, e desaparece após um pequeno riacho que a cruza. A casa de seu tio fica alguns morros a seguir, vigiada por cães, segundo a taverneira, Degunda.

Azamur aguarda atrás de moitas e com uma corda a chegada de seu alvo.

Turgon leva mantimentos para os elfos escondidos nos rochedos. Encontra um cão (certamente um animal domesticado) brincando com uma criança. O animal logo foge para as colinas. Turgon reconforta os elfos e lhes dá alimento, dizendo que logo encontrará um lugar para eles se instalarem. Ele sai e segue a direção do cão, para descobrir de onde ele vem.

Iago passa pela armadilha de Azamur, mas logo percebe o golpe, e fica de sobreaviso. Azamur perde o elemento surpresa e resolve persegui o elfo em seu cavalo. o elfo corre o máximo que pode e ruma para algumas rochas, a fim de se esconder. É muito tarde Azamur o persegue de perto.

Iago pula nas rochas e é perseguido por Azamur, ambos saltam até o seu topo, mas por fim Azamur consegue desarmar Iago e o imobilizar com um golpe na barriga. Turgon que ia atrás do cão observa o confronto, percebendo que ele conhece um dos envolvidos. Turgon se aproxima.

Azamur amarra o elfo em seu cavalo, mas Turgon percebe que se trata de Iago e pretende intervir.

Os dois discutem, Azamur não pretende libertá-lo, pois acredita ser apenas um ladrão, pagando por seus crimes.

Repentinamente eles são interrompidos por três homens a cavalo. Azamur os reconhece, são guardas da guarda vermelha, mas não trajam suas fardas.

Eles o saúdam por cumprir o objetivo, e o convidam a levar o prisioneiro até o local combinado a fim de terminar o serviço.

Um dos guardas percebe uma criança elfa saindo de traz das pedras, e questiona o que era aquilo.

Turgon, sem pensar duas vezes lança sua maça de ferro sobre o guarda, temendo a segurança dos elfos. Logo atordoa o primeiro e os demais saem para batalha. Azamur, que estava em dúvida acaba tomando partido de Turgon, e Começa a castigar violentamente os guardas, junto com Iago que se solta. No fim, Turgon acaba matando um dos guardas e outros dois ficam desarmados.

O chefe do grupo alerta Azamur:

- Você não sabe com quem está se metendo.

Azamur responde com um chute na face do guarda caído. Por fim os dois são amarrados.

Depois do combate fica o dilema moral. Azamur fica em dúvida se fez a coisa certa ao agir contra seus contratantes, e tem certeza que agora será alvo de toda a guarda da cidade. Turgon acaba matando um guarda, o que não é de sua índole. Os dois ficam um tanto quanto confusos com relação a o que fazer.

Enquanto os dois discutem seus dilemas, Iago desaparece nas sombras sem que qualquer um dos dois possa notar.

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